Como temos nos sentido no meio dessa Pandemia?

“... Trago aqui o consolo dos meus dias e a única resposta que hoje posso dar, que é rezar e se colocar na presença de Deus, pois é através dele iremos superar tudo isso... “

Se existe uma coisa em comum entre eu, você e todo o resto do Brasil, é que não temos mais certeza de nada.


Os noticiários só nos tem deixado ainda mais confusos e preocupados, afinal um fala uma coisa e outros falam outra. E já se passaram mais de 80 dias desde que tudo isso começou e, ainda, sem uma data prevista para terminar.


Aos poucos foram sendo impostas regras de convívios: não deveríamos mais abraçar, beijar ou apertar a mão do nosso irmão, deveríamos andar com álcool em gel e qualquer toque em alguém ou coisa deveria ser imediatamente usado.


Muitos começaram com uma paranoia de limpeza e desinfecção, outros não se preocupam com nada e acha que tudo isso não passa de uma grande bobeira, negando para si mesmo o medo que tem.


Depois com o decreto municipal foi exigido o isolamento obrigatório, e então mais uma vez somos assolados com mudanças e interdições, não poderíamos levar nossos filhos à escola, não poderíamos ir às igrejas, nem estar com nossos pais ou avós.


Muitos foram os meios tecnológicos disponíveis para tentar diminuir a distância e procurar fazer com que não nos sentíssemos sós, porém, mesmo assim existem coisas que são insubstituíveis, como por exemplo: o abraço da mãe, o olhar atento da professora, o sorriso estampado no rosto e principalmente a Comunhão com Deus , aquele que para nós é o remédio de tantas dores da nossa alma.


Neste contexto de medo, mudanças e incertezas, somado à quantidade de informações e conteúdos que são produzidos e invasivos em nossas casas, mais os dias de confinamento, tem gerado em muitos de nós uma pressão psicológica que começa a manifestar em nosso comportamento, tais como: irritável, triste ou eufórico demais; ou em nosso corpo como: sintomas de dores de cabeça, taquicardia, falta de ar, pensamento acelerado ou insônia, sem causa orgânica mas que pode ser identificado como Ansiedade, que nada mais é que o medo eminente e real de ameaça a nossa vida, ou daqueles que amamos, perdendo assim o controle sobre aquilo que acreditávamos ter.


Finalmente trago aqui o consolo dos meus dias e a única resposta que hoje posso dar, que é rezar e se colocar na presença de Deus, pois é através d'Ele que iremos superar tudo isso.


É este o motivo por que estou sofrendo assim. Mas não me queixo, não. Pois sei em quem pus minha confiança.” II Timóteo 1.12


Enquanto psicóloga não posso deixar de dizer da importância que é a ciência em meio a essa pandemia e que se você precisar, procure um bom profissional que possa te ouvir e te ajudar a entender o que está acontecendo e também tão importante quanto, é permanecer na fé, olhando para o alto e buscando um sentindo maior para tudo isso.



Stella Regina

Psicóloga

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Roberto Castilho Gandarez